Olá pessoal, estive afastada por mais de um ano, mas estou de volta graças a Deus.
Atualmente o principal assunto é sem dúvida a Iniciação à Vida Cristã. Por isso pretendo postar muito material sobre a IVC.
O texto abaixo foi escrito por uma teóloga:
Iniciação é muito mais do que adquirir conhecimentos sobre alguma coisa. É um mergulho numa vivência especial, que faz a pessoa passar a “ser” (não apenas “saber”) algo que atinge todos os aspectos de sua vida”.1
Quando falamos sobre “Catequese de Iniciação à Vida Cristã”, estamos falando de um processo de inserção na vida, no Evangelho de Jesus Cristo, uma inserção que crie uma verdadeira identidade cristã.
Atualmente o principal assunto é sem dúvida a Iniciação à Vida Cristã. Por isso pretendo postar muito material sobre a IVC.
O texto abaixo foi escrito por uma teóloga:
Iniciação é muito mais do que adquirir conhecimentos sobre alguma coisa. É um mergulho numa vivência especial, que faz a pessoa passar a “ser” (não apenas “saber”) algo que atinge todos os aspectos de sua vida”.1
Quando falamos sobre “Catequese de Iniciação à Vida Cristã”, estamos falando de um processo de inserção na vida, no Evangelho de Jesus Cristo, uma inserção que crie uma verdadeira identidade cristã.
As pessoas que escolhem “ser cristão”, na busca por um caminho de vida, impulsionadas pelo kerigma (primeiro anúncio), têm o direito de fazer a experiência do seguimento e da misericórdia de Cristo.
É preciso olhar para Jesus, com quem tudo começou, “que foi enviado pelo Pai para revelar o seu plano de amor e, assim, mostrar o que de fato significa a vida que nos foi dada”2. Não um olhar de fora, apenas para torna-lo conhecido, mas um olhar de “coração”, aquele olhar de encantamento que conquista, que arrebata, que gera cumplicidade.
“…formar cristãos não é simplesmente alimentar hábitos de tradição cultural. Está em jogo uma opção total de vida, uma escolha do Caminho, da Verdade e da Vida, revelada em Jesus”3. A Catequese deve despertar nas pessoas a ânsia por uma opção derradeira e irrevogável que imprima a marca da identidade cristã com a brasa do Espírito Santo, e as leve a assumir o caminho de Cristo como único caminho viável e confiáve ninguém escolhe realmente um caminho se não o conhece. Mas no caso do Caminho, que é Jesus, é preciso que o conhecimento se transforme em experiência de fé. Essa experiência foi vivida pelos primeiros discípulos e eles se tornaram capazes de criar condições para que outros a vivessem. Foi assim que a Igreja primitiva cresceu. Num tempo em que não era “natural”, mas era até perigoso ser cristão, a experiência foi tão cativante que as comunidades se multiplicaram a ponto de serem sementes do que, através dos séculos, chegou até nós. Eles começaram a seguir o caminho, que hoje é também o nosso”4.
Nas nossas comunidades, é comum nos queixarmos de que os catequizandos que recebem os sacramentos da iniciação cristã (Batismo, Eucaristia e Crisma) não perseverem na caminhada, mas desapareçam após receberem os Sacramentos.
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